Impressão – Mr. Print – Gráfica Online

Calendários vêm em muitas formas e tipos. Aqui mesmo na Mr. você encontra calendários de mesa com dobras, wire-o, formato cubo e calendários de parede. Cada um tem seu estilo, e você pode checar com seu cliente qual a ideia inicial, para depois apresentar alternativas ou até formatos complementares. 

 

Por exemplo, para clientes B2C, calendários de parede ou de mesa podem ser boas opções, enquanto para clientes B2B (onde cada detalhe no relacionamento pensado para impressionar pode contar na hora de uma negociação importante), um formato wire-o, mais elaborado, acaba sendo uma boa escolha. Os cubos também garantem uma alta dose de personalização e estilo, sendo bastante adequados aos balcões e lojas.

Dito isso, existem modelos já prontos, os quais podem ou não incorporar alguma personalização simples a critério do cliente, facilitando o processo de criação, e a opção de criar calendários únicos, com projetos especiais. Aqui cabe a você compreender a sua necessidade e do seu cliente, e além: as dos clientes dele(a). 

 

Calendários seguindo padrões e modelos pré-estabelecidos passam a impressão de que houve uma dose especial de cuidado com o material, buscando algo meticulosamente projetado pelo fornecedor para atingir a excelência. Já os projetos especiais deixam claro desde o início que foram pensados com a necessidade específica do cliente em mente, visando fornecer um material para consulta diária que seja estéticamente agradável e fisicamente durável, enquanto único. A atenção está nos detalhes!

Como desenvolver um projeto de calendário a partir do zero?

O primeiro passo é escolher o tipo de impressão que será utilizada, levando em consideração na aplicação planejada para esse impresso. O plano é que fique em uma mesa, em uma parede, geladeira? A partir dessa ideia, deve-se ter um formato em mente, um guia a seguir – não apenas visual, mas uma forma física de impressão e construção/montagem para seguir. Temos um formato ideal para cada necessidade – confira no site.

 

Em seguida, vem a diagramação. Isso define o esqueleto de cada página, cada semana, cada dia listado. Após a diagramação, que deve ser feita de acordo com a distribuição oficial de datas conforme previsto para o ano em questão (como as quantidades de dias das semanas, e seus números exatos), pode-se pesquisar todos os feriados e datas comemorativas pertinentes ao material e/ou ao cliente para a demarcação nas folhas.

Agora é a hora da personalização do projeto, incluindo toda a parte de arte e definição de cortes especiais, se houverem. É importante que um calendário, mesmo que altamente personalizado, mantenha sua funcionalidade de forma clara: deve ser prático e de fácil leitura das datas. Tendo tudo isso em mente, é hora de definir a faca para esse material e mandar ver na impressão!

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Texto por André Schelgshorn


O folder é um tipo de impresso que apresenta um universo de customizações muito além dos demais, já que com suas dobras, pode ser dividido em diversas sessões – como páginas, mas ainda fazendo parte de um projeto conectado do começo ao fim. É uma forma elegante, e que se bem empregada, irá gerar uma ótima primeira impressão sobre a empresa de seu cliente. 

 

Além disso, com diferentes opções de acabamentos, como fosco com aplicações de envernizamento localizadas, este tipo de impresso costuma ser excelente para a prospecção de clientes, sejam em feiras, eventos, PDVs ou por abordagem direta. 

 

 

 

 

 

 

A hora perfeita para um folder brilhar

Os períodos sazonais de feiras e exposições de setores são um momento precioso para você efetuar suas vendas. Uma feira é o bom e velho boca a boca, trocas de cartões, flyers, folders, e até catálogos. Então que tal bolar um kit para o seu cliente, contendo quem sabe todas essas opções, ou algumas delas, mas principalmente, folders? 

 

De todas as opções, o folder irá permitir uma apresentação rápida utilizando o material, além de servir de material para consulta posteriormente. Portanto, fique sempre de olho nos eventos em que seus clientes possam participar, pois todos são uma oportunidade de ouro para que você revenda seus impressos como em kits ou conjuntos, podendo trabalhar descontos de acordo com o volume solicitado e firmando ainda mais a sua parceria com eles, e conosco.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Além disso, você pode oferecer os folders como um material de entrada antes de um catálogo (se houver necessidade para o cliente), principalmente para reuniões de negócios. Um cartão de visitas no bolso, e um folder nas mãos – seu cliente se apresenta como profissional, e tem material impresso concreto para melhor introduzir a empresa ao cliente dele. Uma combinação perfeita.

 

Outro caso em que você pode oferecer os folders como opções ideais de impressos, são para recepções e salas de espera em geral, locais onde esse possível público alvo poderá passar alguns minutos e no qual certamente o material irá chamar a atenção, principalmente se bem posicionado, como em leque em uma mesa de centro, por exemplo.

O céu é o limite na criatividade!

 

 

 

 

 

 

 

 

Os folders são extremamente versáteis e altamente personalizáveis, e esse é outro ponto para se argumentar na venda. Além de acabamento e envernizamento, como falamos no começo, cortes diferenciados podem gerar um impacto super positivo na primeira impressão ao serem entregues ou em sua exposição no PDV ou sede do seu cliente.

 

Falando em PDVs, com a opção de Displays Take One, você pode veicular uma peça chamativa que também auxilia na distribuição dos folders, seja em um PDV, mesa ou balcão de atendimento, ou mesmo em um estande de vendas em um evento.

 

Versatilidade, customização e elegância na apresentação da empresa são palavras chave para você utilizar na hora das vendas e fechar o negócio! E então, que tal começar a turbinar suas vendas de folders com estas dicas agora mesmo? 

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Texto por André Schelgshorn


Como os tradicionais cardápios impressos vem voltando aos corações de clientes e chefs mundo afora.

A pandemia de COVID vivida pelo mundo no ano de 2020 trouxe uma série de mudanças às nossas rotinas, e algumas delas afetaram objetivamente a maneira como consumimos informações em espaços públicos. 

Dentre as mudanças, um velho aliado de restaurantes e lanchonetes sofreu cortes em seu uso no dia a dia: o cardápio impresso. Claro, a mudança provisória fez sentido e foi uma boa sacada de donos de estabelecimentos, afinal, a substituição por cardápios digitais via QR Code reduziu o contato físico. 

No entanto, clientes e restaurantes sentiram a falta do material impresso, que não apenas agiliza o processo de pedidos como mantém o charme e identidade da cozinha do local.

Felizmente, o período crítico da pandemia ficou para trás e, com a vacinação em massa das populações, pudemos retomar nossas vidas. Mas… e os cardápios, já voltaram?

Se depender dos fãs da culinária (tanto quem fica na cozinha como de quem vai para se deliciar), a volta do cardápio físico é super bem-vinda. Uma prova são todas as entrevistas conduzidas pelo Estadão em uma matéria por Matheus Mans, na qual diferentes chefs e empresários do ramo declaram seu amor ao impresso.

Dentre eles, está o famoso chef francês Érick Jacquin, que, na matéria, exibe orgulhosamente o cardápio do restaurante Lvtetia e declara que “[…] é outra experiência, pegar o cardápio na mão, sentir. Eu mesmo, adoro ir em restaurantes e levar o cardápio pra casa. Tenho alguns expostos no Président”

Todos os restaurantes entrevistados têm sua versão do cardápio em QR Code, claro, mas fica clara a preferência pela experiência física que apenas o impresso pode oferecer: o toque no material, sua textura, as cores, formas, fotos e legendas acompanhando os pratos, e acima de tudo, a praticidade. Afinal, o simples virar de páginas é muito mais intuitivo do que um longo rolamento na tela de um smartphone com letras pequenas e notificações competindo pelo foco do cliente.

Investir em um cardápio impresso é ir além de uma listagem dos pratos oferecidos, é acompanhar a temática visual e culinária do estabelecimento e criar uma união com o restante da experiência gastronômica atribuída ao local. 

E mesmo que o foco não seja algo mais elaborado como nos exemplos: ter seu cardápio impresso demonstra acessibilidade (já que não obriga o cliente a ter um smartphone, de que ele esteja carregado e que haja conexão com a internet para pedir) e simplifica o processo, contribuindo para o conforto geral dos clientes no estabelecimento.

Texto por André Schelgshorn


Com o avanço nas tecnologias de pagamento e maior facilidade para ingresso no mundo dos negócios, empreender se tornou o novo dia a dia de muita gente ao longo dos anos. Do restaurante local à mercearia de bairro, tornou-se cada dia mais acessível o sonho de começar um negócio e empreender de vez.

E em meio a essa nova onda de novos empresários e empresárias e suas marcas nascendo, cresceu assim também a demanda por impressões de menores tiragens (compatíveis com as necessidades atuais de cada novo negócio surgindo). 

Adesivos e etiquetas: uma alternativa para embalagens padronizadas

Entre elas, cresceram também as buscas por adesivos e etiquetas, afinal, um novo negócio economiza muito mais ao comprar embalagens neutras e apenas etiquetá-las/adesivá-las com sua marca, e/ou informações sobre o produto. Afinal, quantas vezes você já não viu aquele doce artesanal em uma embalagem simples, mas adesivada com a marca?

Fonte: Behance - Sofia Lobov
Fonte: Behance - Danielle Stutz

E seguindo falando de coisas novas surgindo, o que têm ganhado cada vez mais espaço no mundo impresso são os QR codes, padrões visuais semelhantes aos códigos de barras, porém mais complexos, e que podem ser escaneados por smartphones para direcionar o cliente para um endereço na web, um aplicativo ou… bem, qualquer coisa linkável na web!

Com isso, muitos locais passaram a utilizar adesivos e impressos com QR codes impressos para ampliar a sinergia entre sua comunicação on e offline.

2020 e os QR codes

Especialmente durante os tempos de pandemia, onde locais tiveram de se adequar às regras de prevenção de contágio recomendadas pela OMS, os QR Codes foram especialmente úteis para reduzir o contato com superfícies negócios como restaurantes, por exemplo, que passaram a usar cardápios digitais, acessíveis por adesivos QR Code nas mesas.

Fonte: Behance - Bianca ‎Grigorescu

E essa tendência chegou para ficar – unir o impresso com o digital nunca foi tão fácil, e seu cliente não precisa necessariamente imprimir todo um lote de impressos novamente para criar essa integração. Basta que se crie os códigos QR, e os imprima em adesivos para serem colados nos materiais já existentes.

E por falar em criar os códigos em si, nós temos aqui no site um gerador de QR Codes gratuito que pode ser usado para desenvolver essa sacada futurista e já solicitar os adesivos o quanto antes!

 

Caso tenha dúvidas, precise de ajuda ou deseje um orçamento especial, fale com um de nossos especialistas!

Texto por André Schelgshorn


A versatilidade do lambe-lambe

Os impressos lambe-lambe são uma presença garantida em todo centro urbano e isso não é de hoje. Os lambe-lambes cumprem há décadas o papel de divulgar marcas, produtos, eventos, campanhas políticas e muito mais com baixo custo de produção e facilidade na aplicação. Até mesmo outdoors eram (e alguns são) compostos do mesmo conceito, apenas em maior escala.

É pensando nessa maior escala e grande quantidade de opções para o formato que pensamos nesse post para te ajudar a entender as possibilidades envolvendo o produto. Começando pelo básico, o lambe-lambe como forma de divulgação e meio de comunicação OOH. Algumas marcas e/ou clientes não possuem capital ou planos para uma campanha de grande porte, optando pelo formato em oposição aos totens e outras opções.

Não apenas ao seu formato de impressão o lambe-lambe é restrito. Para preencher espaços maiores é possível elaborar uma criação de mosaico, uma arte continua através de diversos impressos que, juntos, formam o todo da peça. E para isso, você pode nos enviar todas as artes (cada pedacinho que compõe o todo do lambe-lambe para seu cliente) para que sejam impressas juntas. 

Dúvidas para preencher um espaço? Elas existem e vamos te ajudar nessa questão também. Nosso produto é impresso em formato A3, com dimensões de 30 x 42 cm. Para saber quantos impressos você ou seu cliente precisará para cobrir uma determinada área, faça a medição do espaço disponível onde será feita a colagem. Assim, você saberá quantos impressos poderá colar, ou se (caso seja um espaço pequeno) precisará de um projeto com medidas especiais menores para que tudo encaixe direitinho.

Como decoração

Se você é ou conhece alguém que seja fã de decorações fora dos padrões, descoladas e descontraídas, incluindo até figuras e referências visuais pop, musicais e artísticas em geral, saiba que montar um mural de cartazes lambe-lambe na sua parede é uma forma barata, fácil e divertida de dar um toque único pro ambiente.

Essa tendência não é exatamente nova, mas tem ganhado cada vez mais espaço, pois a aplicação de um cartaz dessa forma é muito mais prática do que, por exemplo, furar a parede para pendurar tal cartaz ou quadro.

Além disso, existe mais versatilidade quanto ao que você pode fazer. Você pode preencher uma parede inteira de lambe-lambes, ou colocar um ou outro, quem sabe só um – o limite e o resultado depende apenas da sua vontade.

Sobre preencher paredes inteiras, você pode fazer isso com diversos cartazes, um ao lado do outro, e/ou até ligeiramente sobrepostos entre eles. Ao mesmo tempo, é possível imprimir uma peça maior, que componha um mural de forma unificada – seja isso uma impressão de maior porte, ou simplesmente dividida em diversas peças, como um quebra-cabeças, que coladas juntas, formam uma imagem só.

 

E se pudermos dar uma dica até de outros exemplos…

Sabe aquela rachadurinha chata, ou imperfeição na parede, um detalhe perceptível que te incomoda? Pois dale cartaz colado por cima que tá tudo certo. Você não só disfarçou a falha, como decorou o seu ambiente de forma criativa (menos rachaduras estruturais, né – alto lá, vamos arrumar primeiro).

Outra aplicação que fica bastante legal, é ao longo de corredores, geralmente espaços da casa que justamente por não serem um cômodo em si, acabam meio esquecidos. Esses espaços podem ser usados para criar algo único e com a sua identidade, dando uma sensação a mais de “sentir-se em casa”, a todo momento.

Para quem busca mais praticidade, e não quer passar pelo processo de escolher/produzir uma arte e solicitar a impressão, existem opções de murais já prontos e em diferentes estilos que você pode simplesmente comprar e aplicar à sua parede – tal qual um papel de parede, mesmo. No entanto, onde você ganha em praticidade, perde no fator originalidade. Aquele gostinho de DIY (Do It Yourself, ou faça você mesmo em português) que caracteriza tanto a prática.

Cola caseira – como fazer?

Seguindo ainda a pegada do DIY que mencionamos acima, que tal produzir a cola perfeita para a aplicação dos seus lambe-lambes em casa? Temos um artigo que aborda algumas técnicas bem fáceis aqui: https://mrprint.com.br/blog-lambe-lambe-em-casa/

E aí, que tal deixar a casa mais colorida e descolada? Já demos até a dica de como produzir tipos de cola caseiras em um outro post dessa série!

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Texto por André Schelgshorn


Calculando as dimensões do seu arquivo

Você sabe simular e planejar corretamente as dimensões da sua arte, em pixels, para que o seu tamanho em polegadas ou melhor, centímetros, saia do jeitinho que quis? Tem quem saiba, e tem que não saiba – e está tudo bem, porque se você não sabia fazer essa conversão antes, agora vai saber!

Vamos lá, hora da mágica!

Suponhamos que você tenha criado uma arte em um formato simples, um quadrado, para facilitar o exemplo. Esse arquivo tem uma dimensão de 1500×1500 pixels, e você quer saber qual seria o tamanho ideal que essa arte teria na impressão sem perda de qualidade. Vamos usar como base aqui os 300 DPI de saída para fechamento de arquivo ideal para termos um padrão mínimo de qualidade na clareza da impressão.

Se você ainda está começando no mundo do design e/ou impressão, é importante se familiarizar com a sigla DPI, ou Dots Per Inch, inglês para “pontos por polegada” (PPP em português). Essa medida determina a resolução de uma imagem impressa. Quanto maior a quantidade de pontos por polegada em uma imagem, mais nítida ela será quando passada para o papel, ou no caso, para a lona de um banner.

Vamos começar a magia dos números? Primeiro, você vai pegar a resolução dessa imagem e dividir pela resolução de saída, ou o famoso DPI. No nosso caso, estamos falando de dividir 1500×1500 pixels por 300 DPI. O resultado é 5, e como em DPI falamos de pontos por polegada, vamos multiplicar esse resultado pelo valor de uma polegada em centímetro, que é de 2,54 cm. Temos então um tamanho ideal de 12,7 centímetros, para que essa imagem possa ser impressa sem perda de qualidade em relação ao arquivo digital.

Se essa arte fosse impressa a 150 DPI, teríamos 7,5 polegadas, ou 19,05 cm, e por aí vai. Quanto menor o número de DPIs, maior tende a ficar a imagem, pois os pontos que a compõem serão menos ao todo, e portanto, maiores. Mas atenção: pontos maiores são seus inimigos no design. A resolução e fidelidade vão estar mais longe do planejado no seu computador (onde você provavelmente verá tudo com mais clareza pois o conteúdo está sendo exibido em pixels bem menores do que os DPIs impressos). Isso poderia ser remediado quando o material impresso é posto a uma distância maior de visualização do público, tornando essa imagem mais agradável como um todo, mas não é o ideal.

Para pensar a impressão de um material já em centímetros (unidade de medição de dimensões  que usamos no Brasil), a fórmula é diferente. Vamos supor que você queira que essa imagem tenha 15 cm de tamanho a 300 DPI. O primeiro passo é converter esses 15 cm em polegadas, então 15 ÷ 2,54, o que nos dá 5,905 polegadas. O próximo,é multiplicar essas 5,9 polegadas pelo DPI, no caso, 5,9 x 300. Nesse exemplo, sua arte precisará ter 1.770 pixels por 1.770 pixels (ainda estamos usando o exemplo quadrado). 

Para uma arte de tamanho retangular, o cálculo segue o mesmo, mas você vai fazer ele uma vez para cada lado, na mesma ordem.

E para descobrir o DPI de uma imagem impressa? Suponhamos que um arquivo foi impresso, novamente usando o primeiro exemplo do texto, com 1500 x 1500 pixels em uma imagem com 20 cm de tamanho. É só converter esses 20 cm em polegadas, o que dará 7,87 polegadas. Aí é só multiplicar o número de pixels por essas polegadas, e pronto: essa imagem foi impressa com 118 DPI. 

Legal, né? Na primeira vez, o cérebro pode dar aquela leve fritada, mas com o tempo fica super fácil de saber todas essas continhas sem dificuldades!

 

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Interessante, não é? Agora que você sabe mais sobre as possíveis ações que cada cor pode exercer e quais reações podem provocar, pode trabalhar sua paleta com mais propriedade, pensando não apenas no resultado visual e coerência visual, mas também nos resultados que procura atingir em meio ao seu público alvo. 

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Texto por André Schelgshorn